
sábado, 8 de agosto de 2009
Corrida e Endorfina

domingo, 2 de agosto de 2009
Exercício Físico Adaptado
A atividade física para portadores de necessidades especiais, neste artigo relacionado a pessoas com síndrome de Down, é muito importante no processo de inclusão social, pois auxilia na socialização, na melhora o equilíbrio emocional e também ajuda prevenir doenças congênitas que por acaso venham a atingir estes indivíduos. Um dos desafios para o momento é justamente a interação entre os vários profissionais que lidam com essa deficiência, pois o problema apresenta facetas que permeiam diferentes esferas do comportamento e níveis de análise do movimento humano.
Estudos mostram que pessoas com deficiências, notadamente os portadores da síndrome de Down, alguns tendem a se tornar sedentários, levando-os a desenvolverem problemas como obesidade, diabetes, colesterol e triglicérides altos, hipertensão e doenças cardíacas.
O estudo lembra que os portadores desta síndrome têm tendência natural a uma compulsão alimentar, o que pode levar a uma alta do peso corporal, assim como uma pré-disposição à doenças do coração. Por isso, especialistas afirmam ser fundamental que os portadores da síndrome sejam estimulados desde criança à prática regular de alguma atividade física.
Os exercícios mais indicados para quem tem esta necessidade especial são a caminhada, a corrida, a natação, andar de bicicleta, a dança e outras atividades que a própria pessoa considere como algo saudável para o bem estar fisco e principalmente cognitivo. São atividades que podem ser feitas sem grandes dificuldades por estas pessoas e vão ajudar a uma melhora da condição corpórea, prevenindo doenças provocadas por uma vida sedentária e ajudando a melhorar a auto-estima e o equilíbrio emocional dos portadores da síndrome de Down.
O maior desafio para os profissionais da Educação Física é facilitar o envolvimento de todas as pessoas, incluindo quem tem a Síndrome.Não há sombra de dúvida de que os indivíduos com Down respondem positivamente aos programas de atividade motora. Esses benefícios envolvem desde a sua aptidão física e saúde, até a própria qualidade da execução motora.
A atividade física, seja no âmbito escolar ou fora dele, deve ser considerado como um nível de grande importância para o desenvolvimento físico e mental dos deficientes e da conseqüente necessidade de exercícios, porém a princípio, fica necessário que o professor responsável destas aulas tenha conhecimento das atividades para que os alunos se interessem na prática de uma atividade física e esportiva, afinal, são seres humanos, e requer o mesmo respeito e consideração como todas as outras pessoas!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Mulheres Atletas
Cada vez mais aumenta a participação de mulheres em inúmeras modalidades esportivas. Entretanto, várias pesquisas demonstram que as mulheres atletas não podem ser avaliadas e treinadas da mesma forma que os homens, devido a fatores não apenas hormonais, mas também a eventuais distúrbios clínicos aos quais são mais susceptíveis, como a incontinência urinária e os distúrbios alimentares.
Marair Gracio Sartori, chefe da disciplina de Ginecologia Geral da Unifesp, explica que a criação de um ambulatório específico para mulheres que praticam esporte de forma regular ou intensa é um avanço na medicina esportiva, tanto para a assistência quanto para as pesquisas na área. “Muitas atletas apresentam irregularidade ou ausência de menstruação, cólicas, depressão e não dividem esses problemas com o treinador”, afirma. “Uma equipe especializada em esporte e preocupada com o manual da Agência Mundial Anti-Doping (WADA), para evitar o uso de medicamentos que possuam substâncias proibidas, e com os distúrbios causados por overtraining, pode direcionar um tratamento mais eficaz e, assim, manter a atividade física sem prejuízo para a saúde e para os resultados em competições”.
Além da realização de exames clínicos, laboratoriais e ginecológicos, o ambulatório também conta com profissionais das áreas de fisioterapia pélvica e psicologia.
De acordo com a ginecologista, a realização de mutirões no ambulatório tem beneficiado o atendimento de equipes de atletas de uma única vez, para evitar que os treinos sejam prejudicados.
Tríade da Mulher Atleta:
Entre os distúrbios que podem afetar a mulher atleta, a Tríade é a mais preocupante. Caracterizada por três sintomas (falta ou irregularidade do ciclo menstrual, distúrbio alimentar e osteoporose), a Tríade é decorrente do overtraining, sendo também chamada de Síndrome do Supertreinamento, e sua incidência é de 3% a 66% das atletas, com uma prevalência que depende da modalidade esportiva praticada, da intensidade e da duração dos treinos e do estado nutricional, segundo Marair Sartori.
Um estudo internacional, realizado em 1982, aponta que até 26% das corredoras e 12% das ciclistas e nadadoras apresentam o distúrbio. Outro, mais recente, realizado em 2005, verificou que, entre as atletas mais susceptíveis à Tríade estão as ginastas, as corredoras de longa distância e as bailarinas, sendo pouco freqüente entre nadadoras e ciclistas. Já entre as mulheres freqüentadoras de academias, esse índice varia entre 3% e 5%.
Incontinência urinária atinge 62% das corredoras de longa distância:
Entre as várias pesquisas desenvolvidas no Ambulatório de Ginecologia Esportiva para ajudar a entender e prevenir os distúrbios que acometem as mulheres atletas, uma delas aponta taxa elevada de incontinência urinária em corredoras de longa distância, além da possibilidade de o problema estar relacionado a distúrbios alimentares.
Depois de avaliar 37 corredoras de longa distância, o estudo verificou que 62,2% apresentavam incontinência urinária. Destas, 65,2% perdiam urina durante a competição e, 60,9%, durante o treino.
Entre as atletas nas quais foi detectada perda urinária, 38,8% também apresentaram sinais de distúrbio alimentar, contra 15% que não apresentaram o problema. “Os técnicos e preparadores físicos devem estar atentos às características antropométricas das atletas e seus hábitos alimentares”, afirma Marair, uma das autoras da pesquisa. “Eles também devem estar aptos a diagnosticar atletas de risco para o desenvolvimento desses problemas, principalmente entre as mulheres perfeccionistas, preocupadas com o peso e introspectivas”.
Fonte: AGE-Unifesp
quarta-feira, 22 de julho de 2009
COMO EVITAR A SÍNDROME METABÓLICA
A realização moderada de atividades físicas tem apresentado efeitos benéficos na prevenção e tratamento de problemas como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e resistência à insulina, que são os principais problemas dentro da síndrome metabólica. O tratamento é ministrado com o uso de medicamentos indicados pelo médico, mas a mudança completa no estilo de vida é a melhor forma para prevenir o mal. O uso de cigarros e o consumo de bebidas alcoólicas devem ser evitados, pois, somados aos fatores de risco, tendem a agravar o quadro da Síndrome Metabólica.
Não há uma cura para a doença, mas sim a administração de seus males. Por isso, é essencial compreender a necessidade de ter um estilo mais saudável e regrado.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
ASSESSORIA ESPORTIVA
Sabemos que para praticar uma atividade física basta ter força de vontade para começar e continuar praticando. Porém, alguns fatores parecem surgir na nossa frente como obstáculos para nos impedir de mantermos a prática saudável em nossas vidas como um hábito regular, como por exemplo, a falta de orientação de um profissional de Educação Física, falta de objetivos gradativos, de motivação para treinar sozinho, de local adequado para a prática escolhida, e para encerrarmos essa lista que poderia se prolongar muito mais, o surgimento de lesão.
Sem perceber, um desses fatores faz surgir o outro.
Inúmeros também são os benefícios que uma equipe de profissionais, que formam as Assessorias Esportivas, pode fazer por você.
Veja algumas vantagens e benefícios e compare-as com seus treinos solitários de hoje:
· Treinos em grupo;
terça-feira, 14 de julho de 2009
ATLETA: CARDÍACO E DIABÉTICO

O problema no coração
Controle de doping
